Somando Valores, Desenvolvendo Talentos

Por Cristina Pinheiro

 Pensar em liderança é algo surpreendente.  Com tantas teorias, literaturas a respeito, a liderança continua sendo um grande desafio nas organizações.

 

Podemos começar nossa conversa de hoje compreendendo acima de tudo que a liderança, ou o que se espera de um líder, também será determinado pela cultura e necessidades da empresa.

Naturalmente, algumas características podem e devem estar presentes em todos os líderes porque independem da cultura das organizações.

Vamos a algumas:

PAIXÃO

Paixão é entusiasmo, é aquela vontade de levantar pela manhã e realizar. Um líder necessita de entusiasmo, de vontade genuína em desenvolver pessoas e fazer que elas se motivem para um objetivo maior. Quando se tem paixão, ela pulsa no olhar, nas atitudes e na maneira de realizar coisas. O líder que tem paixão consegue transpirar a vontade de realizar aos seus liderados.

ORGANIZAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE TEMPO

Administrar o tempo é fundamental para todos, principalmente com a sensação que temos de que temos a cada dia menos tempo. Um líder precisa ter suas atividades muito bem planejadas e administradas para que se sinta mais confiante e seguro de todas as suas funções. Uma das competências solicitadas ao líder é a Delegação, e ela só é possível se o líder consegue ter clareza de seu papel e da responsabilidade que tem com a organização e com seus liderados. Para orquestrar tudo isso, a organização e a administração do tempo andam juntas e são ferramentas essenciais para a liderança.

COMUNICAÇÃO

Comunicação é tudo, é a “alma do negócio”. Um bom líder comunicador é aquele capaz de expressar a clareza do próprio pensamento, o que inclui saber explicar o que deve ser feito, às vezes como deve ser feito e, principalmente, qual a importância da tarefa, em uma escala de relevância ou prioridades. A comunicação do líder com sua equipe deve ser precisa, específica e concisa. A boa comunicação inclui o “saber ouvir”. Saber e querer ouvir verdadeiramente é  ouvir as mais variadas demandas de sua equipe, e gerenciá-las a contento e com bom senso.

CORAGEM

O papel do líder vai além de distribuir tarefas, acompanhar e checar a execução. Em muitos momentos seu caráter será testado, pois ele se defrontará com situações onde o caminho mais fácil nem sempre será o correto. Fazer o que precisa ser feito, independente de ser popular ou não, é realmente um ato de coragem que o líder precisará enfrentar, tanto com seus liderados, com seus pares e superiores.

HUMILDADE

Muitas vezes, ser humilde se confunde em ser simplório (ingênuo, que se deixa enganar). Ser humilde é aceitar que ninguém sabe tudo, que todos temos limitações e por isso podemos aprender sempre, com qualquer pessoa, seja um liderado, um par ou um superior. Ser humilde é tratar a todos com respeito, sem distinção.

Com certeza, existem muitas outras características tão importantes quanto as que citei acima, mas acredito que já é um bom começo para pensarmos nestas se lideramos ou queremos ser líderes…

Boa reflexão!

 

Por Mara Favero

A vida é muito rápida, muitas coisas acontecem simultaneamente sem pedir permissão… Podemos não ter a possibilidade de impedirmos ou limitarmos as situações que  nos atingirão, mas temos, e com certeza temos, a possibilidade de percebermos a situação com um olhar diferente… E a partir daí nos alimentarmos , nos re-descobrirmos, e nos re-inventarmos …

Pode parecer difícil, em alguns momentos, talvez até impossível… Mas podemos fazer isso acontecer.  Usando uma matéria prima, que cada um de nós possui, e é inesgotável!

Imaginem uma fonte, que quanto mais é usada, explorada, manuseada, mais se renova e se torna cada vez mais abundante. Pois é… E é incrível, mas ela existe… E o melhor de tudo, não tem imposto!!  Nem possibilidade de roubo, tampouco de perda…

Ela é interessante, pois medos, frustrações, obstáculos, podem tanto contaminar ou seca-la, como torná-la mais clara e intensa. Interessante este material não?

Nos dá motivos para agir, crescer, descobrir, SER e a ausência dela pode nos deixar  com a sensação de estar sem rumo, sem força, sem um propósito, sem uma missão .

Será uma resposta mágica? Talvez sim, se lembrarmos que a magia está na simplicidade. Esta matéria prima tão desejada e necessária, é o sonho…

Mas um sonho especial, com a cabeça nas nuvens, e o pé na terra, e o corpo acompanhando com harmonia … Veja que delicia! O sonho de olhos abertos, que podemos dirigir e ao mesmo tempo voar, para onde quiser.

A partir dele posso me sentir forte, animado, estimulado,  transformar minha rotina ou muda-la se assim o desejar. E direcionar , reorganizar, minha vida para onde for interessante. E este “interessante” pode ser exatamente onde estou.

Defino objetivos, metas, pessoais, profissionais e caminho pela vida , analisando oportunidades, superando obstáculos, pois estou sendo conduzido por aquilo que desejo e necessito, pelos meus sonhos.

Me alimento com estas possibilidades, e me sinto motivado com a terra pela qual caminho e pelas imagens que consigo ver.

Meus sonhos criam caminhos,  me alimento de meus caminhos e meus sonhos.

 Então… Qual é seu sonho?

 

Dica de Filme

Quer falar de comunicação e negociação com seus colaboradores?

Nosso blog acaba de postar uma nova dica de filme…

Confira na pagina: https://agreguevalor.wordpress.com/dicas-de-filmes/

 

Pensar no tempo pode ser um tanto intrigante e paradoxal. Para as crianças os segundos parecem passar tão rápido, que nem fazem questão de sua contagem diária… Para os mais velhos, no entanto, cada segundo pode ter a validade de uma vida! Alguns segundos para quem tem uma vida inteira pela frente incrivelmente não tem o mesmo valor, do que para aquela que em segundos pode perder sua vida… Mas estranhamente o tempo é o mesmo para as duas…

O tempo é uma dádiva entregue a todos nós gratuitamente. As mesmas 24 horas são vividas por milhares de milhões de pessoas em todo o mundo. E, porque será que alguns conseguem fazer e, porque não dizer viver, muito mais do que outros esses mesmos preciosos segundos? Ah! Sim! É importante lembrar que às 24 horas são compostas por pequeninos segundos. Talvez essa seja uma das respostas da pergunta acima: alguns conseguem valorizar a preciosidade na pequenez e frágil contagem segundo a segundo.

Muito mais do que uma contagem matemática, valorizar o tempo que lhe foi dado é saber viver de maneira sábia, compreendendo que o tempo que se foi não pode ser resgatado, o que há de vir deve ser planejado e o que se vive agora, neste instante, plenamente aproveitado, pois é um real presente!

O ponto alto da administração do tempo, não está apenas numa vida organizada e metódica, mas especialmente em acreditar na preciosidade e na oportunidade que lhe foi dada: Viver!

Ao valorizar a vida, valoriza-se o tempo, segundo a segundo, pois a soma deles realmente fazem a diferença. Portanto, não deixe para depois… Não deixe o abraço que você queria dar em alguém, não deixe a ligação que precisa fazer, a resposta do e-mail, a arrumação do armário, a doação das roupas encalhadas, um torpedo para dizer que está com saudades…

Valorize seus preciosos segundos, Valorize sua Vida!

Com Carinho,

Sâmela Rodrigues Silva

  Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua
equipe de gestores.

  Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça:
“ninguém é insubstituível”

 

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar
nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o
atrevido:
– Alguma pergunta?

– Tenho sim. E Beethoven?

– Como? – o encara o diretor confuso.

– O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio…

O funcionário fala então:

– Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e
achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em
descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os
profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só
encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu …

Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?…

O rapaz fez uma pausa e continuou:

– Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o
que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto,
mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua
contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Não
estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e
começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar
no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus
‘erros ou deficiências’?

Nova pausa e prosseguiu:

– Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO , se PICASSO ERA INSTÁVEL , CAYMMI PREGUIÇOSO , KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Divagando o assunto, o rapaz continuava.

– Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em ‘melhorar as
fraquezas’ de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de
futebol’, que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert
Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na
gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo pensativo.
O voltou a dizer nesses termos:

Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios
seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem
mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados… Apenas peças… E nunca me
esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que ‘foi pra outras moradas’.
Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou
menos assim: “Estamos todos muito tristes com a ‘partida’ de nosso irmão
Zacarias… e hoje, para substituí-lo, chamamos:…Ninguém… Pois nosso Zaca é insubstituível.” – concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.

Pesquisa sugere que apesar do alto índice, 70% das companhias ainda não realizam ações para facilitar a convivência.

Como se não bastassem os obstáculos financeiros, tributários, administrativos e jurídicos, as empresas agora precisam lidar com uma questão relacionada ao mercado de trabalho: líderes das gerações baby boomer, X e Y não se entendem dentro das organizações. De acordo com uma pesquisa da Câmera Americana de Comércio (Amcham), 75% já percebem esse tipo de dificuldade em seus ambientes corporativos.

O levantamento, que ouviu 80 executivos e gestores de RH de companhias dos mais diversos portes no último dia 27 de maio, também indica que, apesar de ser alto o número de empresas que afirmam vivenciar tal situação, 70% delas ainda não conduzem ações para facilitar a interação entres os gestores nascidos em épocas distintas, enquanto 39% planeja dar início a iniciativas nesse sentido em breve.

Hoje, entre as companhias que já aplicam ações para apoiar a convivência entre as gerações (28%), predominam programas de estímulo ao trabalho integrado e encontros de integração.

Entre as empresas dos participantes da enquete, na avaliação de 42% dos consultados, a interação que envolve os jovens da Geração Y é a mais desafiadora. A geração X (nascida nas décadas de 60 e 70) é a que concentra a maior parte das lideranças (54%), seguida por baby boomers (nascidos no pós-guerra), com 25%, e Y (nascidos nos anos 80), com 10%. 

Fonte: Administradores.com

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