Somando Valores, Desenvolvendo Talentos

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Engajamento – uma relação construída

Enquanto refletia a respeito do que faria as pessoas se engajarem, procurei pensar no que faria eu me engajar?

É fato que a nova geração nasce conectada, os estímulos são intensos e por este motivo são impacientes e mais imediatistas. É interessante que apesar das características que citei, os jovens passam horas e horas de frente a um computador, o que poderia parecer até uma grande contradição. Mas é aí que vem o equívoco… A impaciência, o imediatismo está na mente dos jovens, na sua capacidade de pensar, raciocinar, conectar idéias, buscar soluções. Acredito que a tecnologia trouxe isso à raça humana e se pensarmos bem, a nova geração trabalha de forma mais intensa seu intelecto, ele é mais rápido e menos preso a paradigmas que há anos tentamos dissolver em nossas mentes.

Compreendo que ENGAJAMENTO é a maneira como eu me relaciono com a organização que me encontro. Se eu estiver me sentido respeitado nessa relação, reconhecido e feliz, estarei engajado. Do contrário, posso não entregar todo resultado possível.

A palavra engajamento é comumente associada à paixão pela empresa. Não sei se quero me apaixonar pela empresa que possuo… Paixão passa rápido e se eu não me envolver, construir uma relação duradoura, certamente estarei partindo para outras empresas assim que a paixão voar. Quero amá-la e construir uma relação verdadeira, de crescimento e amadurecimento. Não sei se quero morrer com a empresa (“até que a morte nos separe”), mas quero uma relação madura enquanto durar.

Bem, seguindo essa analogia, o que é que as empresas precisam para engajar seus colaboradores afinal?

Pensando numa relação madura, a empresa precisa ter respeito ao colaborador e entender que ele é um ser pensante, que vibra intensamente e com conexões muito mais intensas do que a que nós aprendemos durante longos anos (pelo menos eu, dentro de minha experiência profissional).

Respeito não significa seguir um manual de boas condutas e normas. Respeito é efetivamente se abrir ao outro, ouvi-lo e querer de verdade compreender o que se passa dentro de sua cabeça. Você acha que isso realmente acontece na maior parte das organizações? Hummm… não consigo ter tanta certeza assim.

Será que os jovens são afoitos demais ou nós temos dificuldades para pontuá-los, dar-lhes limites e demonstrarmos o caminho a ser percorrido?

Uma relação madura precisa ser boa para ambos. Fico sempre com dúvida se o fato de dar limites, pontuar comportamentos e atitudes, levam o profissional a buscar novas oportunidades. Será que não é exatamente isso que eles procuram? Uma geração que cresceu rapidamente no intelecto e se perdeu um pouco dos valores familiares em função da vida louca que nossa sociedade vive hoje em dia. O que valores familiares tem a ver com empresa? Tudo, pelo menos na minha humilde opinião. Saber lidar com autoridade aprende-se em casa com pai e mãe. Saber dar valor ao que se tem, buscar planejar o futuro sem deixar de viver o presente também são aprendizados que temos dentro de casa.

Por acaso alguém, por mais problemas que possua em família, não é engajado com ela? Mesmo que com apenas uma parte dela, ou engaja-se com a família que vai criar, mas existe uma relação.

É possível a organização desenvolver essa relação sem deixar de ser produtiva. Eu acredito que sim, afinal, a família se reúne, se respeita, trabalham e convivem de maneira a crescerem e amadurecerem para a vida juntos… então porque não conseguiríamos esta proeza dentro das organizações?

Muitas outras coisas estão envolvidas na relação de engajamento, mas respeito, em minha opinião é a primeira delas. Você quer outras? Hoje em dia, as necessidades dos profissionais são diferentes, precisam ser mais autônomos, ter metas claras e atingíveis, compreender onde querem chegar e como farão para conseguir, precisam de feedback tanto de suas tarefas quanto de seu comportamento, precisam sentir que a empresa gosta deles e os reconhecem como importantes, mas cuidado para não exagerar… algumas empresa passam dos limites e transformam alguns talentos em “tiranos” que transformam a organização em refém de seus caprichos. Lembre-se “limites” são importantes e saudáveis, desde que dentro de uma relação de respeito.

Refitam sobre suas próprias vidas e percebam até onde vocês estão engajados verdadeiramente ou estão apenas “cumprindo tabela”.

 

Boa refexão a todos nós!

Cris

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Inteligência Emocional

Por Mara Favero

Será que realmente faz a diferença seu desenvolvimento ou não?!

Ao iniciar este tema, é importante que falemos sobre o quanto nos conhecemos, mas evitando julgamentos que classifiquem em certo ou errado, as atitudes e emoções que temos, apenas nos observando, sem filtros, como espectadores.  Preciso saber quem sou o que gosto, o que me dá prazer, o que me irrita, o que me motiva o que me desmotiva, quais os preconceitos que tenho quais os medos que me paralisam e os que me movimentam, o que é certo e errado.  Enfim devo me observar ao máximo, o que permitirá que eu tire “uma fotografia real” de quem sou para que a partir daí possa entender o porque de minhas atitudes, de algumas respostas do ambiente e das situações em que me envolvo.

Assim, terei uma facilidade maior para controlar minhas emoções, pois me conheço verdadeiramente. Tendo claro que controlar emoções e “engolir emoções” são atitudes muito diferentes. Controlar é conhecê-las e saber qual a melhor forma de agir com cada uma delas, engolir é reprimir, o famoso engolir sapos… E se as controlo, pensarei antes de agir e serei menos impulsivo, tremenda diferença!

Desta forma me sentirei mais “inteiro” na busca de meus objetivos e para viver a paixão pela vida, pelas minhas possibilidades, pelo trabalho. Minha motivação será mais intensa e buscarei meus objetivos com maior persistência e energia.

Assim consigo ouvir, inclusive o que não concordo e não acredito, o que é fundamental, não é mesmo?  Ouço as verdades do outro e consigo ponderar com as minhas e criar uma nova ideia, resolver problemas, entender novos conceitos e a partir daí consigo transmitir minhas informações de forma mais coerente e clara com o que realmente está acontecendo, levo em consideração meu mundo interno, mas não perco de vista o mundo externo…

E tudo isso reflete diretamente nas relações pessoais, pois terei maiores possibilidades de cultivar afinidades e conviver com diferenças e assim terei facilidade na relação com as pessoas, com o mundo.

Agora é possível imaginar sua Inteligência Emocional com upgrade? E como você percebe suas possibilidades com este upgrade? E não questiono apenas as possibilidades profissionais, mas sem duvida alguma, as pessoais também.

O processo de coaching ou terapêutico permite este upgrade, programas de treinamento e desenvolvimento também. E muitas vezes, o processo de desenvolvimento através de treinamentos é iniciado com este tema, pois ele é a base que dá sustentação para o desenvolvimento do ser humano.

Trabalhar com questões referentes a mudança, liderança, trabalho em equipe, resiliência, e tantos outros, quando a Inteligência Emocional já foi abordada permite um desenvolvimento integral.

E para fechar, como não poderia deixar de ser, mais uma pergunta… Como vai sua Inteligência Emocional?

Marketing Pessoal

Ao falar de marketing pessoal nos perguntamos como estratégias de marketing podem nos auxiliar de forma pessoal? Somos algum tipo de produto a venda no comércio organizacional?  

Pensando em marketing, podemos nos basear na definição de Robson Fraga (2006) “Marketing é uma ferramenta administrativa que possibilita a observação de tendências e a criação de novas oportunidades de consumo visando à satisfação do cliente e respondendo aos objetivos financeiros e mercadológicos das empresas de produção ou prestação de serviços”. A partir deste conceito refletiremos como a utilização do marketing pode gerar beneficíos e crescimento pessoal e não apenas mercadológico.

O marketing se originou para atender as necessidades de mercado, mas não está limitado aos bens de consumo. Técnicas de marketing são aplicadas em todos os sistemas políticos e em muitos aspectos da vida, auxiliando na observação das tendências e a criação de novas oportunidades.

O marketing pessoal visa possibilitar a utilização da capacidade e potencialidades humanas em sua excelência tanto na vida profissional, quanto pessoal. Podemos dizer que nasceu também como uma necessidade do mundo moderno, na qual a concorrência e a exigência por maiores níveis de qualidade despertaram as organizações para o investimento nos homens e não apenas nas máquinas.

Desta forma, o Marketing Pessoal pode ser descrito como o processo envolvendo a concepção, planejamento e execução de ações que contribuirão para a formação profissional e pessoal de alguém de tal maneira que as organizações ou pessoas para quem trabalhe ou exerça influência, e ele próprio, se sintam satisfeitos.

A excelência da vida consiste em realizar-se em sua plenitude. Somos seres completos e precisamos de desenvolvimento em todoas as áreas de nossas vidas. O marketing pessoal pode ajudar-nos com estratégias simples, práticas e aplicáveis de forma imediata trazendo resultados visíveis e satisfatórios para nós e para todos aqueles que convivem conosco.

Suas estratégias devem começar por saber quem você é… Quais são seus valores, crenças, missão, visão de futuro. Estes pontos devem direcionar sua vida e fundamentar suas estratégias. Vamos a alguns pontos estratégicos do marketing pessoal:

  • Faça um bom planejamento de onde pretende chegar;
  • Cuide de você: sua saúde, seus relacionamentos… Mente, corpo e espírito;
  • Seja confiável – tanto na vida pessoa quanto profissional;
  • Aprenda a importância do trabalho em equipe, colabore com aqueles que estão ao seu lado;
  • Saiba valorizar seu trabalho;
  • Faça um bom networking.

Acredite e Invista em Você!

Sâmela Rodrigues Silva

Criatividade para resolver problemas

A criatividade é a ferramenta mais adequada para encontrarmos maneiras de fazer mais com menos, de reduzir custos, de simplificar processos e sistemas, de aumentar lucratividade, de encontrar novos usos para produtos, de encontrar novos segmentos de mercado, de desenvolver novos produtos e muito mais.

Antes limitávamos a importância da criatividade a algumas profissões; os artistas, sobretudo, deveriam ser obrigatoriamente criativos, mas nem sempre se esperava tal comportamento de um gerente, ou diretor, porém a velocidade imposta pela tecnologia nos obriga a entender como desenvolver um comportamento criativo para resolver os problemas mais simples de nossa rotina, e para propor ideias que diferenciem nossa organização das demais.

 Muitas empresas já se conscientizaram de que o seu potencial criativo é muito superior ao seu desempenho criativo e inovador. Por isso estão criando um setor direcionado a Criatividade e Inovação, geralmente formada por equipes multidisciplinares, que favorecem uma visão ampla para um ambiente criativo e produtivo, e os profissionais que tem essa competência desenvolvida, serão cada vez mais valorizados no mercado de trabalho.

Criatividade é uma maneira de ser, de viver. O primeiro passo é exercitar todo o seu potencial de gerar ideias. Acostumar-se a criar a maior quantidade de ideias sem pré-julgar nenhuma. Lembre-se de que você só conseguirá chegar a uma excelente ideia se você tiver muitas outras para optar.

Os profissionais criativos interferem positivamente nos resultados de qualquer organização, a medida que:

  • Têm um comportamento investigativo e colocam questões, buscando detalhamento nas respostas.
  • Geram muitas ideias, avaliando soluções alternativas.
  • Buscam soluções inovadoras e até então não imaginadas.
  • São ousados na busca de soluções.
  • Têm facilidade em abstrair e conceituar novas ideias

Mas se você não se considera nem um pouco criativo, fique tranquilo, por que criatividade não precisa vir do berço… Embora muitas pessoas sejam naturalmente criativas, é possível tornar-se criativo! Walt Disney disse certa vez que Criatividade é como ginástica: quanto mais se exercita, mais forte fica. Portanto comece a exercitar sua criatividade;

Mude velhos hábitos e rotinas (faça novos caminhos, busque novas formas de entretenimento), pense em formas diferentes de se expressar, converse com mais as pessoas, anote suas ideias. Arrisque um pouco mais!

Boa Sorte!
Talita Nascimento

Sua empresa e você tem sinergia?

 Sinergia é um termo que vem sendo bastante utilizado no âmbito profissional, mas o que é isso afinal?

 

 

Podemos compreender que Sinergia é o esforço coordenado de vários subsistemas na realização de uma tarefa complexa ou ainda a somatória de esforços para atingir o mesmo fim.

 Quando atuamos em sinergia, precisamos deixar de lado nossos interesses pessoais e focarmos o objetivo comum. É fácil? Eu não vejo dessa forma, mas é possível.

O ser humano é dotado de características próprias, vontades, necessidades e precisa de reflexão para conseguir priorizar o objetivo comum. Sendo assim, eu acredito que alguns passos são fundamentais para se chegar à sinergia:

  1. É preciso que eu compreenda minhas necessidades e características para conseguir me diferenciar do todo. A partir deste conhecimento e aceitação de quem sou e como sou, eu tenho condições de ver a situação de maneira mais clara, sem culpas e sem acreditar que eu sou o problema, a vítima ou ainda o único que faz algo para as coisas darem certo.

  2. A partir do conhecimento que obtenho sobre minhas características e necessidades, consigo entender que outras pessoas também têm as suas e que para atingir o mesmo objetivo temos que priorizar o objetivo e não as necessidades individuais de cada um. 

  3. Um outro ponto importante é a clareza do objetivo. Se não soubermos compreender bem o objetivo, sentimentos como injustiça, revolta, birra, podem se evidencar, afinal terei que cumprir o objetivo não porque quero, mas porque alguém determinou. 
  4. Por último, para que possamos ter sinergia, precisamos ser ouvidos, nos sentirmos respeitados. Isso ocorre quando as empresas dão espaço para que possamos dar idéias ou opiniarmos sobre os processos. Mesmo que nossa idéia ou opinião não sirva em determinado momento, somente o fato de expô-la, já nos faz sentir-mos respeitados como seres humanos e profissionais.

 Sinergia é fácil? Nem sempre, mas com certeza ela é possível, acredite nisso!!

O que você queria ser?

Acabamos de postar uma nova dica de fime… O classico The Kid – Duas Vidas (2000), dos estudios Disney, uma verdadeira lição de vida, que nos faz lembrar uma pergunta que respondemos inumeras vezes: O que você quer ser quando crescer?

E você, está parecido com o que planejava ser? Tem ao seu lado, as pessoas que gostaria de ter?

O pequeno Rusty, fez o bem sucedido Russ Duritz, ficar frente a frente com o espelho, e responder a si mesmo essas importantes perguntas.

Marque um encontro com o garoto, ou garota que você foi um dia, para refletir sobre esse assunto!

Boa viagem!

Equipe AGREG!

EMPOWERMENT

Temos uma jornada interessante por aqui, e  para isso convido você para uma breve viagem. Viagem que pode trazer surpresas e novas possibilidades. Vamos lá?!

 

Quando você olha para sua vida profissional hoje, como você se vê? Motivado, criativo, tomando riscos calculados ou não? E com seus pares, sua relação permite que o clima seja de partilha, apoio, contribuindo para o crescimento de todos, ou o que reina é o espírito de grupo, que diga-se de passagem é muito diferente do espírito de equipe… E subordinados você tem? Eles sentem-se a vontade para contribuir com idéias, assumir erros, tem autonomia para tomar decisões. Não vale mentir… E com sua chefia, como você é? Tem iniciativa ou espera determinações?

 

Voce pode estar perguntando em “Que surpresas estas perguntas podem me trazer?” Estas respostas nos permitem perceber se estamos numa empresa onde há empowerment ou não e se contribuo neste processo… E o melhor de tudo, ter opções de escolhas sobre o que deseja fazer a partir de agora!

 

E o que é empowerment? Segundo Chiavenato(2005), o empowerment parte da idéia de dar às pessoas, o poder, a liberdade e a informação para tomarem decisões e participarem ativamente da organizações, que é sustentado por 4 pilares:

 

·         Poder : Dar poder às pessoas, delegando autoridade e responsabilidade em todos os níveis da organização,

·         Motivação: Proporcionar motivação às pessoas para incentivá-las continuamente,

·         Desenvolvimento: Dar recursos às pessoas em termos de capacitação e desenvolvimento individual e profissional,

·         Liderança: Proporcionar liderança na organização.

 

Trabalhando com estes pilares, cria-se um clima de confiança, liberdade, com sentimento de reconhecimento e o tão desejado comprometimento e engajamento. O que possibilita grande motivação e uma bela vantagem competitiva…

 

Ou seja, podemos usar as respostas que tivemos para perceber como estamos vivendo este conceito, se estamos transmitindo este poder – empowerment – à todos, ajudando a realçar o que há de melhor. Assim fortaleceremos a  crença da eficácia. Veja a diferença que isso pode trazer…

Possuimos poder quando nos sentimos livres para tomar iniciativas e cometer erros sem medo de represálias. E vamos voltar a pergunta, Como você se vê?!

 

Mara Cristiane Favero

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