Somando Valores, Desenvolvendo Talentos

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Lançamento Treinamento Aberto

Depois de 11 anos atuando em empresas de diversos portes, com soluções de treinamento e desenvolvimento, a AGREG! lança seu primeiro Programa de Treinamento e Desenvovimento Aberto – QUERO MAIS!

Este programa, aborda os principais conceitos de liderança,  já foi utilizado por grandes organizações, no desenvolvimento de seus lideres, agora estará a disposição de todo aquele que pretende desenvolver-se integralmente.

Algumas informações:

Carga Horaria: 54 horas de treinamento

Local: Escola Paulista – Av. Gen Ataliba Leonel, 4129. (Proximo ao Metro Tucuruvi)

Periodo: 02 de agosto a 29 de novembro (aulas as terças-feiras) das 19:30 as 22:30.

Incluso: material de apoio, coffee break e certificado

Pagamento facilitado pelo Pag-Seguro

 Faça hoje mesmo sua inscrição!

Agregue! Somando valores, Desenvolvendo Talentos

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Brasil fecha o mês de Janeiro com 152.000 empregos gerados

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados em 24/02, pelo Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, revelam que foram criados 152.091 novos empregos formais no mês de Janeiro. Isso representa uma expansão de 0,42% em relação ao estoque de dezembro/ 2010.

Os números indicam que janeiro de 2011 foi o segundo melhor em relação ao saldo da série histórica do Caged para o período, iniciada em 1992. Apenas janeiro de 2010, quando foram criadas mais de 184 mil vagas, superou o aumento registrado no mês de janeiro.

Para o ministro Carlos Lupi, a redução da geração de empregos na comparação entre os meses de janeiro de 2010 e 2011 não significa desaceleração da economia. Segundo ele, o que ocorreu foi uma adequação do mercado. “Não considero uma desaceleração. Nós tivemos em janeiro de 2010 um efeito de crescimento da contratação comparado com as demissões que tivemos em 2009. Então, muitas empresas começaram a recontratar empregados que haviam demitido anteriormente. Em 2010 foram mais de 2,5 milhões de empregos criados. O que vemos agora é uma adequação do emprego ao mercado de trabalho, ao resultado da economia a cada ano”, disse o ministro.

Nos últimos 12 meses, verificou-se a criação de 2.107.619 postos de trabalho, equivalente à expansão de 6,23%, o melhor resultado para o período. Em doze meses, incorporando-se as informações prestadas pelas empresas fora do prazo, o volume de emprego atingiu 2.467.372 postos de trabalho, um aumento de 7,34% sobre o período anterior.

Confira aqui os dados completos.

Em relação a janeiro deste ano, os dados demonstram que a expansão do emprego no Brasil foi resultado da evolução quase generalizada dos oito setores da atividade econômica. Dois deles, Serviços e Extrativa Mineral, apresentam geração recorde. Outros dois, por motivos sazonais, revelaram queda: Comércio e Administração Pública.

Entre as unidades da federação, 21 aumentaram o nível de emprego em janeiro. Em cinco delas houve recorde, como nos estados de Goiás e Paraná.
Para ele, janeiro passado mostrou um comportamento muito bom. “Foi o segundo melhor janeiro da história e a tendência é manter esse ritmo e até crescer”, prevê.

FONTE: Assessoria de Imprensa do MTE

Ninguém ganha o Oscar sozinho

 

 O que o Prêmio da Academia nos ensina  sobre trabalho em equipe

 

 

Eu estava descendo a Main Street na Park City, em Utah, durante o Sundance Film Festival com minha amiga Allison, uma diretora de elenco que parecia conhecer todo mundo. Em um determinado momento, nós paramos para cumprimentar um ator que estava decepcionado com a aceitação que ele estava tendo no Festival. “Quem realmente faz os filmes são os atores”, contou-me. “O roteiro é apenas o preto e branco de uma página. É o ator quem dá vida às palavras”.

 Mais tarde, nos deparamos com outro amigo de Allison, um roteirista que estava com um filme no mesmo festival. Ele também estava insatisfeito e o papo foi igual ao que tivemos pouco antes com o ator. “Um filme é criado por quem o escreve”, disse ele. “É o roteirista que inventa a história, ele é o responsável pelo filme”. Nós não falamos com diretores durante a caminhada, mas tenho certeza de que, se tivéssemos encontrado um, teríamos ouvido que os filmes são mais influenciados pela voz criativa do diretor.

 A caminhada foi na Main Street durante o Sundance, mas poderia muito bem ter sido no corredor de alguma empresa, em um dia comum.

Quem é responsável – e deve receber a maior parte dos créditos – por um produto ou serviço que traz altos resultados? A equipe que o desenvolve? As pessoas que o negociaram? Os profissionais que o venderam? Os representantes que conquistaram a confiança dos clientes? A equipe de executivos que traçou as estratégias?

 Nem todas as pessoas na equipe têm o mesmo valor, certo? Pense em uma equipe esportiva: há estrelas – que recebem milhões – e há os outros jogadores, que têm menos destaque. É simplesmente oferta e demanda: algumas pessoas são mais facilmente substituíveis que outras.

 Então, logicamente, nós teríamos que dizer que os mais bem pagos, mais visados, “mais insubstituíveis” são os responsáveis pelo sucesso do produto ou serviço. Até nós olharmos para a lista de indicados ao Oscar em 2010.

 O que é mais interessante na lista não são os filmes indicados ao prêmio principal. O que mais interessa é a quais outras categorias os vencedores como Melhor Filme foram indicados.

 Cisne Negro, indicado a Melhor Filme, por exemplo, também foi indicado na categoria de Melhor Diretor, Atriz Principal, Fotografia e Montagem.

Outro indicado a melhor filme, O Lutador, também foi indicado em Roteiro Original, Melhor Diretor, Montagem, Ator Coadjuvante e duas indicações para Atriz Coadjuvante.

 A Origem também foi indicado em Roteiro Original, Direção de Arte, Fotografia, Trilha Sonora Original, Edição de Som, Mixagem de Som e Efeitos Especiais.

O Discurso do Rei foi indicado a um total de onze outras categorias, além da principal. Bravura Indômita recebeu nove indicações. A Rede Social recebeu sete.

 E, talvez mais significativas, quantas produções indicadas ao prêmio de Melhor Filme não tiveram indicações em outras categorias? Nenhuma. Na verdade, para conseguir uma indicação ao prêmio principal, é preciso ser indicado a melhor em três outras categorias.

 Em outras palavras, um filme só é considerado bom quando todas as várias partes que o compõem são, independente e colaborativamente, boas. Nunca é somente o talento de uma única pessoa ou equipe, mesmo quando aquela pessoa é Mark Wahlberg, Natalie Portman, ou um dos irmãos Coen.

 No total, os dez que disputam o prêmio de Melhor Filme foram indicados a cinco prêmios de direção, nove de roteiro, 15 de atuação e 29 outros, como montagem, mixagem de som, fotografia e direção de arte.

É improvável que todas essas produções tivessem sido indicadas a Melhor Filme – e muito mais improvável que vencessem – se não fosse o trabalho brilhante feito pelas equipes e pessoas que nós raramente vemos e quase nunca a reconhecemos. Nós, provavelmente, não sabemos o que a maioria delas faz.

Quase sempre é um equívoco destacar um indivíduo, um papel ou uma única equipe como responsável pelo sucesso de uma empresa quando existe todo um grupo que contribuiu. Cada um daqueles com quem falamos em Sundance poderia estar correto ao achar que não estava recebendo o devido crédito pelo que fez. Mas eles também estavam todos errados ao acharem que eles mereciam todo o crédito.

 Os melhores produtores entendem isso. Eu conversei com um importante produtor e ele me disse que o mundo do cinema dá mais evidência aos diretores porque, do ponto de vista das Relações Públicas, isso ajuda a dar um foco ao filme. Como o nome fantasia de uma companhia. Mas, disse ele, colocar todo o foco em um bom diretor ou um ator famosos, definitivamente, não é o caminho para fazer um bom filme.  Os melhores líderes sabem disso – não se consagram apenas da boca para fora – eles realmente sabem que é verdade. E eles transmitem isso sendo humildes. Humildade não é apenas uma atitude, é uma habilidade. As pessoas mais eficazes são altamente confiáveis (elas sabem que agregam um valor significativo) e humildes (eles reconhecem o imenso valor adicionado por aqueles que os rodeiam). A habilidade é deixar que as pessoas ao redor saibam disso.

 No fim da nossa caminhada, eu me virei para a minha amiga Allison e perguntei se ela não era a pessoa mais importante em um filme. Afinal, ela escolheu a maior parte das pessoas que fizeram sucesso.

“Ah, eu sou importante”, disse ela. Depois acrescentou: “tão importante quanto todos os outros”.

Nota do autor: nomes e alguns detalhes foram alterados

Autor: Peter Bregman

Fonte: Revista Administradores

Falta de treinamento técnico vai aprofundar a crise de talentos

 Até 2020, a escassez de talentos deverá atingir todos os níveis profissionais nas indústrias em quase todo o mundo. Em economias como a brasileira, que possuem mão de obra abundante mas sofrem com a pouca qualificação e a falta de treinamento, a situação tende a se agravar já nos próximos anos. Empresas da área de mineração e construção devem ser as mais prejudicadas.

Essa é uma das conclusões do estudo Global Talent Risk, que será apresentado no Fórum Econômico Mundial de Davos, que acontece entre 26 e 30 de janeiro, na Suíça. A pesquisa, elaborada em parceria com o The Boston Consulting Group (BCG), projeta a escassez de talentos em 25 países, levando em conta os principais setores industriais e os níveis de qualificação dos profissionais. Foram avaliados mercados desenvolvidos como Japão, EUA e Alemanha; países recentemente industrializados, como Turquia e África do Sul; membros do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China); além de economias em desenvolvimento como Indonésia e Egito.

 Para os países do Bric, onde o estudo prevê um aumento constante da demanda por mão de obra em todos os setores (ver quadro), o principal desafio é garantir a empregabilidade dos trabalhadores. “Por estarem passando por um momento de crescimento econômico, esses países exigem uma massa enorme de trabalhadores técnicos”, afirma Christian Orglmeister, diretor de marketing do BCG.

No caso brasileiro, além da forte demanda por profissionais nos segmentos de construção, transporte e comércio, deve haver uma particular falta de técnicos para as áreas de mineração, petróleo e gás. Nos países em desenvolvimento e nos Brics será preciso formar tanto especialistas com o segundo grau completo quanto executivos para a área operacional.

Já nos países desenvolvidos o grande desafio em relação à falta de profissionais, segundo o estudo, está relacionado ao envelhecimento da população e à substituição da geração “baby boomer”, nascida após 1945, que está se aposentando.

O estudo propõe que governos, associações de classe e empresas assumam a responsabilidade e busquem, em conjunto, uma solução para o problema. “O primeiro passo é fazer um planejamento estratégico da força de trabalho. Os governos e as companhias devem saber qual é a demanda quantitativa por mão de obra e comparar esse número com a oferta”, diz. De acordo com o estudo, esse é o ponto de partida para estabelecer as áreas prioritárias de atuação para sanar a falta de profissionais.

Outra solução eficiente seria a adoção de políticas de migração mais simples, inclusive por parte dos países desenvolvidos. “Existe uma questão cultural que precisa ser combatida, até mesmo dentro das empresas. O governo pode atuar facilitando vistos de trabalho, por exemplo. Já as empresas globais precisam ter políticas de expatriação mais claras”, afirma.

A mobilidade dos talentos, porém, pode dar frutos mesmo sendo temporária – o diretor cita o caso de sucesso da Índia, que exporta estudantes e profissionais para a Europa e para os EUA, apostando em seu retorno para atuar nas empresas do país. “É o conceito chamado ‘brain circulation’, muito comum no exterior, mas que o Brasil ainda não conseguiu aplicar com sucesso.”

Uma medida que pode gerar bons resultados na atração de talentos é a interação virtual. O estudo aponta que, nas empresas globais, é possível estimular o intercâmbio cultural entre times de diferentes países, que podem desenvolver projetos em parceria. Essa seria uma solução para empresas que têm capacidade restrita de investir na expatriação de profissionais.

O trabalho remoto e a tecnologia também são ferramentas que devem ajudar as empresas a atrair e reter talentos, como é o caso de profissionais que não possuem disponibilidade para atuar em período integral ou que se interessam por trabalhos mais flexíveis ou autônomos.

Um dos grandes problemas enfrentados pelas economias em desenvolvimento – e que também deve ser um ponto de atenção para o Brasil e outros membros do Bric – é a atratividade do país para os profissionais. “É preciso mostrar que o ambiente de trabalho brasileiro é amigável e revelar pontos positivos que compensem as características pouco favoráveis, como criminalidade”, afirma.

 Fonte: Vívian Soares – Valor Econômico 21/01/11

Fim de ano é sempre momento de repensar, rever estratégias e acertar o rumo…

Pensando nos onze anos de parceria, é difícil não pensar em todos os caminhos que percorremos. Começamos com o sonho de atuar de maneira diferente, aprofundando nossos conhecimentos e buscando em cada pessoa a habilidade e o potencial esquecido. No decorrer dessa última década, aprendemos mais e mais sobre a difícil arte de entender “gente”. Que delícia conviver e compartilhar com todos aqueles que confiaram em nossos sonhos e principalmente nos valores que nos cercam.

 

A AGREG! é isso! Uma empresa que acredita no potencial humano e tem a certeza de que todos podemos nos aprimorar a cada dia, encontrar nossa verdadeira essência e assim nos tornarmos realizados como pessoas e profissionais.

 

Hoje eu definiria o que sinto pela AGREG! com a palavra ORGULHO. Tenho orgulho em conseguir manter acesa a paixão pelo trabalho e principalmente pelo ser humano. Começamos como CEAPP, nos tornamos AGREG!, mas a essência nunca mudou.  Ao contrário, o orgulho de ser AGREG! está principalmente no fato de nunca termos parado diante dos desafios. Nos flexibilizamos, acompanhamos as mudanças e é isso que faz de nossa empresa um lugar gostoso de trabalhar. É isso que mantém a chama do bem estar do ser humano perante nossos clientes e parceiros. Ao se aproximar mais um ano, anseio por mais desafios, momentos de muita reflexão e principalmente momentos de descoberta de pessoas melhores, afinal, todos temos a semente, ela só precisa desabrochar no íntimo de cada um!

 

Parabéns a essa equipe maravilhosa que nos ajuda a concretizar nossos sonhos! Parabéns a todos aqueles que estiveram e ainda estão conosco nesta jornada tão especial!

 

Um grande beijo a todos!

Cris

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O novo site Agregue Valor está pronto!
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