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Archive for Setembro, 2011

Qualidade de Vida atraves do Wellness

Você já ouviu falar em Wellness?

Aqui em nosso blog, você aprenderá um pouco sobre esse novo conceito de qualidade de vida…

O Wellness não é apenas um conceito na área da Educação Física, mas principalmente uma filosofia de vida que abrange sete dimensões: Corporal, Emocional, Ocupacional, Intelectual, Ambiental, Familiar e Espiritual.

O Wellness é a representação perfeita do equilíbrio humano, mas de maneira subjetiva. Cada ser humano percebe, sente, busca e alcança seu Wellness de forma diferente. Para uns, a perda de alguns quilos pode significar a sua busca de equilíbrio, para outros essa conquista poderá estar na melhoria da comunicação interpessoal. Porém ambas situações estão ligadas as demais dimensões do Wellness favorecendo ao equilíbrio desejado.

As dimensões do Wellness estão intimamente interligadas para a manutenção de um equilíbrio uniforme e constante. Para isso, cada dimensão deverá ser trabalhada na mesma proporção.

As Dimensões

O Wellness corporal ajuda determinar o longevidade e a qualidade de vida. Requer uma atividade física regular, alimentação balanceada e controle da saúde com avaliações nas mais variadas especialidades médicas conforme as necessidades.

O Wellness emocional inclui o amor-próprio, a auto-confiança e auto-controle favorecendo a obtenção e manutenção de relacionamentos e a habilidade de compartilhar sentimentos.

O Wellness ocupacional envolve investimentos na educação e desenvolvimento profissional buscando a satisfação, reconhecimento e enriquecimento pessoais.

O Wellness intelectual envolve a capacidade de pensar criticamente, é estar aberto a novas idéias, a criatividade, ao bom humor e a curiosidade.

O Wellness ambiental é o reconhecimento da importância da pessoa em relação ao mundo, a sua terra, ao seu espaço no sentido da preservação e manutenção desse espaço em prol da redução ou eliminação da degradação do meio ambiente onde vive.

O Wellness familiar enfatiza a interdependência família, amigos, parentes e comunidade, onde se busca a harmonia, boa comunicação pessoal e interpessoal.

O Wellness espiritual engloba valores e opiniões que venham a dar sentido ou finalidade à vida, ajudando a enfrentar momentos difíceis. Podendo ser desenvolvido em contato com a natureza, com a arte, com a meditação ou com atividades religiosas.

Prof. Gilberto Fernandes.

CREF1 – nº. 5931G/RJ.

O Wellness nas Organizações

 

O conceito de Wellness apresenta-se como uma filosofia de “bem-estar”, que tem como base o desejo de uma vida mais sã e serena, permitindo ultrapassar as “batalhas diárias”, fontes de preocupação de tudo o que nos rodeia, relembrando que a “chave da solução” para os problemas pode estar dentro de nós.

Qualidade de vida é um fator de excelência pessoal e organizacional que pode trazer inúmeros benefícios às pessoas e empresas, porém, é necessário saber implementá-la.

Não é uma novidade dizer que a prática de atividades de qualidade de vida, em qualquer ambiente, traz inúmeros benefícios para o bem-estar das pessoas e uma maior produtividade para as empresas. No entanto, ainda percebem-se dificuldades para conseguir com que as pessoas sensibilizem-se quanto à importância da adoção de hábitos de vida saudáveis e, nas empresas, a dificuldade é levar os funcionários à adoção dos princípios da qualidade de vida como uma filosofia de trabalho.

Qualidade de vida também caracteriza a percepção que a própria pessoa tem sobre o seu bem-estar, sendo este o parâmetro para avaliar a eficácia das ações dos programas de qualidade de vida.

Especialistas no assunto afirmam que em torno de 53% dos fatores que favorecem a longevidade saudável são determinados por hábitos, crenças e valores, ou seja, pelo estilo de vida das pessoas. Outros 20% seriam determinados pelas condições do meio ambiente, 17 % por fatores genéticos ou hereditários e 10% por fatores atribuídos à assistência médica. Essa estatística sustenta o fato de que uma das formas de alcançar um nível adequado de bem-estar é facilitando as escolhas de atitudes positivas perante situações adversas como um mecanismo para o enfrentamento do estresse do dia a dia.

Para que um programa de qualidade de vida seja bem sucedido, ele deve favorecer a criação de espaços de apoio à tomada de decisões das pessoas quanto à responsabilidade pessoal pela saúde e pela adoção estilos de vida que favoreçam o seu bem-estar, abordando temas de desenvolvimento de forma global, isto é, considerando os aspectos biológicos, psicológicos, sociais e espirituais do ser humano.

Fonte: Portal dos Administradores

 

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Dica de Livro

Postamos mais uma dica de livro, para você que preteende tornar-se um líder extraordinário…

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Planejamento de Carreira baseado em Você…

A mais tradicional Teoria estratégica para determinar o modo como uma empresa se relaciona com o mercado é a análise SWOT, por ela, a empresa analisa suas forças e fraquezas internas e as ameaças e oportunidades de seu mercado de atuação. Corrente recente da estratégica, a Visão Baseada em Recursos, disseminada nas ideias Wernerfelt e Mintzberg e aponta em outra direção: a empresa deve olhar primeiro para dentro, identificar em sua atuação, aquilo que pode ser apontado como uma Vantagem Real frente a seus concorrentes, classificada assim como uma competência organizacional, sendo assim seus meios principais para competir. Feita esta analise, resta a pergunta: quais necessidades de mercado a empresa atinge de modo distintivo, melhor que seus concorrentes, que lacuna essa empresa busca preencher, a qual necessidade de mercado ela deve se propor a enfrentar?

Mas em que esse tema se relaciona com você? Em minhas aulas de Gestão de Carreiras no MBA Administração da FEARP USP sempre inicio a reflexão com os alunos por esta linha. Trago o assunto por esta perspectiva pois adoto uma linha de aula onde busco evidenciar que a responsabilidade pela carreira é do profissional, busco assim colocar a perspectiva de que o maior bem de um profissional, tendo em vista esta perspectiva, é sua carreira e a gestão que faz dela, desse modo, na condição de um bem, a carreira deve ser gerida. Penso que o profissional  deve olhar para si mesmo e avaliar em seu perfil aquilo que pode ser apresentado como uma vantagem sobre seus concorrentes, e em perspectiva que necessidades de mercado este individuo pode preencher.

Há muitos meios para se identificar quais são essas vantagens, há um teste muito interessante desenvolvido por Edgard Schein, é o teste de âncoras de carreira, por meio dele você pode obter uma idéia sobre sua “âncora” sendo ela “Competência Gerencial”, “Autonomia /Independência”, “Serviço e dedicação a causa” ou uma das outras cinco possíveis “âncoras”.

Há links para realizar esse teste gratuitamente na web. Caso queira fazer, basta acessar:

http://www.psico.ufsc.br/sop2/ancora/pages/ancoras.php

 

A reflexão que nos cabe aqui é: qual a sua vantagem? Como você enfrenta o mercado? Em que você pretende se destacar? Quanto pode ganhar com esses diferenciais?

Esta é uma daquelas circunstâncias de aprendizado onde o processo de reflexão gera maior retorno do que o resultado ou a descoberta em si, refletir sobre esse tema nos move da zona de conforto, nos impede de ir “tocando o barco” naquela “correria de sempre” e nos obriga a refletir e agir em prol da gestão da carreira.

Identificada a vantagem, como você vai explorá-la? Quais seus objetivos, em quanto tempo pretende alcançá-los? Quais suas estratégias? Mas estes são temas para outros artigos.

Se este artigo lhe provocou uma boa reação, mova-se, transforme reação em ação: vá a web em busca do Schein, reflita, e preferencialmente registre seus recursos, assim você não fica apenas em busca de oportunidades, mas das oportunidades certas, desse modo fica mais simples identificar lacunas no mercado, que alguém com seu perfil suprirá melhor que todos!

Sobre o autor:

David Forli Inocente – é Coordenador do MBA Gestão Estratégica USP a Distância e Diretor de Ensino do INEPAD

 

 

Dica de Filme

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Erin Brockovich, uma mulher de talento

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Entenda por que você deixa tudo para última hora

Por Iara Biderman

A coisa é tão ruim que até o nome é feio: procrastinação. O “palavrão” designa a ofensa que a pessoa faz a si mesma, mesmo sabendo que isso só a deixará mais vulnerável, sujeita a cometer mais erros, angustiada e exaurida.

 

“Troquei o ‘deixa pra amanhã’ pelo ‘faça agora'”
“Sou o tipo que só consegue agir na urgência”

O impulso da procrastinação leva você a fazer qualquer coisa, mesmo sem graça, em vez daquilo que é mesmo necessário. Ou você nunca se pegou deletando o lixo do e-mail na hora em que deveria estar enviando um relatório?

ENROLATION
Em levantamento inédito, 33% dos profissionais brasileiros afirmaram gastar duas horas da jornada sem fazer nada de efetivo e 52% admitiram deixar atividades necessárias para a última hora.

Os índices da pesquisa feita por Christian Barbosa, especialista em gestão de tempo, são mais altos que os de pesquisas semelhantes nos EUA, no Reino Unido e na Austrália, onde enroladores crônicos são 20% da população economicamente ativa.

“Aqui, as pessoas se sentem poderosas deixando tudo para a última hora e não ficam culpadas por isso”, diz a psicóloga Rachel Kerbauy, da Sociedade Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental, que pesquisou como brasileiros protelam exames e cuidados de saúde.

A culpa com a procrastinação pesa mais em sociedades influenciadas pelo luteranismo ou calvinismo, diz o professor de filosofia Mario Sergio Cortella, da PUC-SP. “A religião colocou o trabalho como elemento de salvação. Adiá-lo vira um vício.”

Independentemente de aspectos culturais e morais, a procrastinação, além de não ajudar, atrapalha. E empurrar com a barriga não tira o problema da frente, só faz ele crescer nos pensamentos.

“A única coisa que se pode ganhar é culpa. A pessoa nem consegue fazer algo prazeroso em troca, porque não é uma escolha livre do uso do tempo”, diz Cortella.

Na pesquisa, que incluiu 1.606 pessoas, as principais explicações para a enrolação foram falta de tempo, medo do fracasso e complexidade da tarefa a ser feita.

Mas, para a psicanalista Raquel Ajzenberg, da Sociedade Brasileira de Psicanálise, as causas do comportamento podem estar ligadas a dificuldades maiores.

AUTOBOICOTE
Um dos motivos é o que Freud chamou de “fracasso como êxito”. É quando a pessoa, por motivos inconscientes, recua sempre que está perto de uma situação de sucesso. Os adiamentos crônicos são um autoboicote.

Acontece também com os perfeccionistas. Para eles, o medo de não conseguir fazer algo impecável paralisa a ação, e o planejamento excessivo para cumprir metas muito idealizadas os leva a adiar o trabalho constantemente.

“A pessoa tem uma coisa importante para fazer, mas fica cavando mais buracos, descobrindo problemas para resolver antes e não faz o que deve ser feito”, diz Barbosa.
Ele diz que a maioria é treinada na infância a deixar tudo para a última hora, porque os pais agiam assim.

Culpa também do sistema educacional, vê Cortella. “O estudante daqui é viciado em provas feitas só com a memória. Se é para decorar, o mais fácil é só estudar na véspera.”

Enquanto psicanalistas analisam as motivações inconscientes da procrastinação e filósofos se debruçam sobre seus aspectos éticos e morais, os economistas estudam o problema pensando na relação custo-benefício.

Até um prêmio Nobel de economia, o americano George Akerlof, tratou do assunto. Ele concluiu que as pessoas adiam porque os custos imediatos de fazer determinada tarefa parecem mais reais do que o preço de fazê-la no futuro.

“Você tem certeza de qual é o custo imediato, o desprazer do esforço, e tem certa miopia em relação aos benefícios futuros. Acredita que protelar é uma escolha racional, mas é um autoengano”, diz o economista Paulo Furquim, professor da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

SOB PRESSÃO
Essa ilusão de óptica ajuda a entender por que algumas pessoas embaçam até nas tarefas necessárias para fazer algo de que gostam.

Algumas pessoas também tentam fazer do adiamento uma tática de ação, porque só conseguem se motivar no sufoco da última hora.

Para Barbosa, isso é um padrão mental adquirido por força do hábito. “A pessoa treinou para produzir sob pressão. Se treinou, dá para destreinar e aprender um novo modelo de lidar com o tempo”, afirma.

Fonte Folha.Com

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