Somando Valores, Desenvolvendo Talentos

Archive for Julho, 2011

Dica de Filme

Quer falar de comunicação e negociação com seus colaboradores?

Nosso blog acaba de postar uma nova dica de filme…

Confira na pagina: https://agreguevalor.wordpress.com/dicas-de-filmes/

 

Meus preciosos segundos…

Pensar no tempo pode ser um tanto intrigante e paradoxal. Para as crianças os segundos parecem passar tão rápido, que nem fazem questão de sua contagem diária… Para os mais velhos, no entanto, cada segundo pode ter a validade de uma vida! Alguns segundos para quem tem uma vida inteira pela frente incrivelmente não tem o mesmo valor, do que para aquela que em segundos pode perder sua vida… Mas estranhamente o tempo é o mesmo para as duas…

O tempo é uma dádiva entregue a todos nós gratuitamente. As mesmas 24 horas são vividas por milhares de milhões de pessoas em todo o mundo. E, porque será que alguns conseguem fazer e, porque não dizer viver, muito mais do que outros esses mesmos preciosos segundos? Ah! Sim! É importante lembrar que às 24 horas são compostas por pequeninos segundos. Talvez essa seja uma das respostas da pergunta acima: alguns conseguem valorizar a preciosidade na pequenez e frágil contagem segundo a segundo.

Muito mais do que uma contagem matemática, valorizar o tempo que lhe foi dado é saber viver de maneira sábia, compreendendo que o tempo que se foi não pode ser resgatado, o que há de vir deve ser planejado e o que se vive agora, neste instante, plenamente aproveitado, pois é um real presente!

O ponto alto da administração do tempo, não está apenas numa vida organizada e metódica, mas especialmente em acreditar na preciosidade e na oportunidade que lhe foi dada: Viver!

Ao valorizar a vida, valoriza-se o tempo, segundo a segundo, pois a soma deles realmente fazem a diferença. Portanto, não deixe para depois… Não deixe o abraço que você queria dar em alguém, não deixe a ligação que precisa fazer, a resposta do e-mail, a arrumação do armário, a doação das roupas encalhadas, um torpedo para dizer que está com saudades…

Valorize seus preciosos segundos, Valorize sua Vida!

Com Carinho,

Sâmela Rodrigues Silva

NINGUÉM É SUBSTITUÍVEL!

  Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua
equipe de gestores.

  Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça:
“ninguém é insubstituível”

 

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar
nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o
atrevido:
– Alguma pergunta?

– Tenho sim. E Beethoven?

– Como? – o encara o diretor confuso.

– O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio…

O funcionário fala então:

– Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e
achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em
descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os
profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só
encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu …

Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?…

O rapaz fez uma pausa e continuou:

– Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o
que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto,
mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua
contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Não
estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e
começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar
no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus
‘erros ou deficiências’?

Nova pausa e prosseguiu:

– Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO , se PICASSO ERA INSTÁVEL , CAYMMI PREGUIÇOSO , KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Divagando o assunto, o rapaz continuava.

– Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em ‘melhorar as
fraquezas’ de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de
futebol’, que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert
Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na
gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo pensativo.
O voltou a dizer nesses termos:

Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios
seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem
mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados… Apenas peças… E nunca me
esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que ‘foi pra outras moradas’.
Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou
menos assim: “Estamos todos muito tristes com a ‘partida’ de nosso irmão
Zacarias… e hoje, para substituí-lo, chamamos:…Ninguém… Pois nosso Zaca é insubstituível.” – concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.

Conflito de Gerações está presente em 75% das empresas

Pesquisa sugere que apesar do alto índice, 70% das companhias ainda não realizam ações para facilitar a convivência.

Como se não bastassem os obstáculos financeiros, tributários, administrativos e jurídicos, as empresas agora precisam lidar com uma questão relacionada ao mercado de trabalho: líderes das gerações baby boomer, X e Y não se entendem dentro das organizações. De acordo com uma pesquisa da Câmera Americana de Comércio (Amcham), 75% já percebem esse tipo de dificuldade em seus ambientes corporativos.

O levantamento, que ouviu 80 executivos e gestores de RH de companhias dos mais diversos portes no último dia 27 de maio, também indica que, apesar de ser alto o número de empresas que afirmam vivenciar tal situação, 70% delas ainda não conduzem ações para facilitar a interação entres os gestores nascidos em épocas distintas, enquanto 39% planeja dar início a iniciativas nesse sentido em breve.

Hoje, entre as companhias que já aplicam ações para apoiar a convivência entre as gerações (28%), predominam programas de estímulo ao trabalho integrado e encontros de integração.

Entre as empresas dos participantes da enquete, na avaliação de 42% dos consultados, a interação que envolve os jovens da Geração Y é a mais desafiadora. A geração X (nascida nas décadas de 60 e 70) é a que concentra a maior parte das lideranças (54%), seguida por baby boomers (nascidos no pós-guerra), com 25%, e Y (nascidos nos anos 80), com 10%. 

Fonte: Administradores.com

Alinhando valores pessoais aos organizacionais

Por Talita Nascimento

 

Você já parou para pensar, o que realmente quer dizer aquele quadro bonito descrevendo os valores na recepção de uma empresa?

A primeira analise a ser feita é se a própria organização se identifica com os valores descritos, muitas vezes os valores foram determinados, mas não são vivenciados… Embora muitas organizações estejam trabalhando para comunicar e vivenciar os valores aos seus colaboradores, nunca é demais lembrar que valor e o que realmente vale nos bastidores de cada organização… O que rege os relacionamentos entre funcionários, fornecedores e clientes. Apesar de serem expressos em belas palavras, os valores sempre serão determinados pelas atitudes de cada organização.

Exatamente como os nossos… Cada pessoa tem uma maneira de enxergar o mundo e conduzir seus relacionamentos. Nossos valores também são determinados através de nossas vivencias… E ao longo da vida que aprendemos o que é prioridade, o que e certo e errado. A experiência traz esse conhecimento.

Você conhece alguém que tenha declinado de uma proposta de emprego, por perceber que os valores organizacionais não são compatíveis com seus valores pessoais?

Dificilmente, as pessoas pensam nesse “detalhe” na hora de aceitar ou declinar de uma proposta… Mas muitas vezes a divergência de valores é o principal motivo para a quebra de um vinculo profissional. Ou por parte da organização, ou do colaborador…  É como casar-se com alguém que fala um idioma desconhecido… Não há compreensão, o desgaste é certo.

Quais os principais valores que regem sua vida… O que mais valoriza em seus relacionamentos? O que te aproxima das pessoas…  Ou afasta? As reações que esses princípios causam em você com relação ao outro, surtem o mesmo efeito entre você e a organização da qual faz parte.

É verdade que as belas e fortes palavras descritas nos quadros de recepção, parecem ser a descrição de um profissional perfeito que todos nós gostaríamos de ser… Mas na verdade esses adjetivos não são a única descrição possível de bom profissional, existem tantas possibilidades, e uma delas será compatível com seu perfil.

O autoconhecimento é a competência primordial para o alinhamento de valores; elencar seus valores pessoais em comparação a uma pesquisa de mercado que  revelará quais os valores da organização em questão. Esse exercício pode ajuda-lo a desenvolver-se melhor, seja onde está inserido, ou onde pretende pleitear uma colocação, através de uma avaliação imparcial dos valores das partes envolvidas.

Considerando sempre que alguns de nossos valores podem diferir dos valores organizacionais, porém nossa busca será pelo alinhamento e complementariedade dos mesmos, e nossa atenção deve estar voltada se esta divergência pode causar a danos individuais e ou  organizacionais.

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