Somando Valores, Desenvolvendo Talentos

Archive for Abril, 2011

O Poder das Marcas

No lançamento do iPad na Apple Stores da China, a fila de entusiastas para entrar na loja rondava quarteirões. Centenas de chineses se aglutinaram por mais de 60 horas para adquirir um dos produtos tecnológicos mais cobiçados da atualidade. Já a McDonald´s, sinônimo de hambúrgueres, atinge números de consumo que ultrapassam a população total de países como Espanha, Canadá e África do Sul. A maior cadeia de fast food do mundo conseguiu criar fãs fiéis de seus produtos e leva quase 50 milhões de clientes diariamente às suas 30 mil lojas espalhados em quase todos os países.

 E o que falar da Coca-Cola. A marca é uma das queridinhas do planeta e líder mundial no consumo de refrigerantes há décadas. Até hoje, ela faturou o primeiro lugar em todos os rankings do respeitado Instituto Interbrand como a marca mais valiosa do mundo. Inclusive, esse domínio é bem represantado pelo famoso estudo realizado nos anos 70, através de uma “experimentação às cegas” sobre a preferência do consumidor entre os concorrentes Pepsi e Coca-Cola. Sem saber qual a marca estava experimentando, mais da metade dos entrevistados indicou a Pepsi como sendo o melhor sabor entre os dois refrigerantes. Porém, ao saber o refrigerante que estavam bebendo, o número de entrevistados que indicaram preferência pela Pepsi reduzia para 25%.

 Apple, McDonald´s e Coca-Cola são apenas três exemplos de empresas que conseguiram atingir um patamar imensurável de admiradores no planeta. Mas por que algumas marcas se tornam tão populares? Como elas conseguiram criar um fanatismo tão grande nas pessoas?

Quase uma religião

 O dinamarquês Martin Lindstrom, a maior autoridade mundial em branding e neuromarketing, revelou em sua última visita ao Brasil um dado assustador e fascinante. Lindstrom expôs que na realidade, algumas empresas exercem sobre o consumidor o mesmo poder de uma religião. Essa conclusão foi feita a partir de estudos realizados com técnicas de neuromarketing, onde se aplica a ressonância magnética funcional para mapear o cérebro dos indivíduos e compreender melhor o comportamento dos consumidores. Através desses exames, Lindstrom constatou que a zona cerebral ativada nas pessoas quando pensam em suas marcas preferidas são as mesmas quando se trata da religião. Com marcas comuns, a área do cérebro acionada é diferente.

 Para detalhar as características dessa conexão entre religião e marcas, o especialista em neuromarketing entrevistou líderes de diversas crenças, como a católica, islâmica, budista e protestante. “Queria entender os pilares sobre os quais se baseiam a religião, e descobri que são os mesmos em todas: apelo aos sentidos, histórias envolventes, visão forte e poderosa, rituais e inimigo definido. Esses elementos que compõem uma religião são os mesmos presentes na composição de grandes marcas”, relatou o consultor.

 Outro ponto observado pelo consultor é que tanto a religião quanto as grandes marcas conservam em sua natureza a questão da fidelidade, ou seja, as pessoas escolhem o que irão seguir, tomam uma decisão, começam a fazer parte de um grupo e essa inserção faz com que se sintam bem.

 

Os clientes evangelizadores

 Billy Nascimento, diretor executivo da Forebrain, empresa pioneira no estudo da neurociência no Brasil, destaca que muitas marcas não utilizam apenas estímulos visuais, mas também auditivos, olfativos e táteis. Através disso, e por estarem constantemente presentes no nosso dia a dia, essas marcas conseguem afetar mais rapidamente nosso lado emocional.

 “Uma boa experiência com uma marca gera respostas emocionais positivas, que podem ser registradas no cérebro através de algo motivacionalmente apetitivo. Por outro lado, uma experiência ruim nos predispõe a comportamentos aversivos. Esses estímulos acabam por gerar motivações defensivas que nos fazem afastar dos produtos. Daí a importância de uma construção de marca positiva, estimulante e satisfatória”, indica o diretor da Forebrain.

 Através de estratégias de relacionamento e programas de marketing direcionados para atrair e envolver pessoas, algumas empresas conseguiram até mais do que a construção de uma marca positiva. A Disney, McDonald´s, Coca-Cola, Nike e Harley-Davidson, por exemplo, não apenas fidelizaram seus clientes, mas os transformaram em porta-vozes de sua marca. Esses programas produziram legiões de fãs e “vendedores não oficiais”, os quais, por meio de depoimentos interpessoais espontâneos, transformaram-se em uma força de marketing tão poderosa quanto os próprios produtos.

 No livro “Buzz Marketing: Criando Clientes Evangelistas”, os autores Ben McConnell e Jackie Huba explicam que as regras tradicionais de marketing estão mudando, perdendo sua eficácia, e as recomendações feitas por clientes se tornaram a nova moeda de valor no sucesso de uma empresa. Quando os clientes ficam realmente impressionados com seu produto ou serviço, tornam-se “evangelistas” sinceros da empresa.

Desvendando os segredos da influência

 Veja os elementos que deixam tão poderosas as grandes marcas e a religião, de acordo com o consultor Martin Lindstrom.

 Missão definida e visão clara A maioria das religiões tem uma missão bem definida, ou seja, como alcançar o estado de graça ou certo objetivo espiritual. As empresas renomadas também têm sua missão bem definida e difundida.

 Capacidade de contar históriasAssim como os principais livros sagrados, toda grande marca tem uma história envolvente. Só o poder das boas histórias desarma o consciente da pessoa e instrui seu inconsciente.

 Inimigo definidoAs religiões se concentram em exercer o poder sobre o inimigo, o que contribui para reunir os fiéis em torno do combate a ele. O mesmo faz algumas marcas quando promovem a rivalidade, como a Coca-Cola x Pepsi e o Visa x Master Card. Essa estratégia incentiva a lealdade e gera uma maior concorrência.

 Rituais e Símbolos Todas as religiões possuem símbolos e rituais de significados complexos. Nas empresas, os símbolos compõem desde suas logo-marcas até o que significam diante de seu público. O Google se tornou sinônimo de busca, a Disney vende sorrisos e o cowboy representa há décadas o Marlboro.

 Sensação de pertencer a um grupoO ser humano, na grande maioria das vezes, tem a necessidade de estar inserido em grupos. Isso ocorre tanto com os fiéis diante sua religião, quanto os consumidores assíduos de uma marca. Eles têm a opção de escolher o que seguir e se sentirem mais confortáveis ao escolher um lado.

 Apelo aos sentidos Os cinco sentidos estão cada vez mais sendo inseridos na divulgação de produtos de todos os segmentos. Dessa forma, o consumidor recebe novos estímulos atrelados ao produto que refletem em respostas emocionais. A Disney faz isso através de suas melodias, assim como a Harley-Davidson que criou um som diferenciado das concorrentes para o arranque de sua linha de motos.

 MistérioÉ comum muitas religiões estarem cercadas de mistérios em sua história. Os novos lançamentos e novidades de algumas marcas também, principalmente nessa era de inovação e alta competitividade entre as empresas. Isso faz com que ative e instigue a curiosidade e imaginação do consumidor.

Fonte: Fabio Bandeira Melo – Revista Administradores 

 

Anúncios

Bombril lança Instituto Roberto Sampaio Ferreira, braço de sustentabilidade e responsabilidade social da empresa.

A Bombril lançou, no dia 30 de março, o Instituto Roberto Sampaio Ferreira (IRSF), organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) que irá atuar como braço para ações de sustentabilidade e responsabilidade social da empresa.

O IRSF, cujo nome é uma homenagem ao fundador da Bombril, que faleceu em 1981, tem como diretriz principal o fortalecimento do protagonismo feminino e está baseado em três pilares: cidadania (promoção de ações de resgate e incentivo ao protagonismo feminino, à participação social, à conquista de direitos e ao diálogo entre as diferentes esferas da sociedade), sustentabilidade (promoção e prática do desenvolvimento sustentável em ações da Bombril) e memória (valorização da história da Bombril e da evolução das mulheres como elemento indispensável para a compreensão do presente e a projeção do futuro).

“O Instituto é o resultado de dois anos de intenso trabalho. A filosofia central do IRSF é a crença na ética, nos valores femininos de solidariedade, cooperação e não-violência, no uso responsável e sustentável dos recursos naturais e na convergência entre o público e o privado. Ao promover valores femininos estamos em busca de uma sociedade mais justa e equilibrada”, declara Alice Sampaio Ferreira, Presidente do Conselho Deliberativo do IRSF e idealizadora do Instituto.

O projeto foi desenvolvido em parceria com a Unidade de Responsabilidade Social Corporativa da agência REPENSE, que é liderada por Margareth Goldenberg em conjunto com o consultor associado Leonardo Brant, especialistas renomados no setor.

Segundo Ricardo Sampaio, diretor de comunicação do IRSF, a criação do Instituto Roberto Sampaio Ferreira reflete o compromisso estratégico da Bombril com a responsabilidade social e sustentabilidade. “A Bombril sempre esteve compromissada com a ética e a qualidade de vida da sociedade como um todo. Nesse sentido, investe no desenvolvimento de produtos com menor impacto ambiental, na garantia de qualidade junto aos consumidores e em ações sociais e culturais planejadas por todo o Brasil”, conclui.

Casa Bombril – A Casa Bombril é o primeiro projeto do IRSF e a melhor tradução de sua proposta para a sociedade brasileira. O espaço inédito parte de uma plataforma inovadora que combina investimento social privado com brand experience. Localizada na Av. Francisco Morato, 525, Butantã, a Casa Bombril é uma unidade educacional e centro de debates em prol do fortalecimento do protagonismo feminino. O espaço terá uso múltiplo graças à utilização flexível dos ambientes desenhados por renomados arquitetos que desenvolveram um projeto com visual moderno que remete a cenários de produção cinematográfica.
O projeto está dividido em três dimensões. No espaço educacional, serão desenvolvidos cursos diferenciados de aperfeiçoamento profissional em serviços domésticos (lavanderia, culinária, organização de ambientes, limpeza e conservação) formatados e que serão operacionalizados pelo SENAC, referência nacional em educação profissionalizante. O objetivo é proporcionar, de forma gratuita, às “secretárias do lar” mais segurança, eficiência, diferenciação, além de possibilidade de ingresso e permanência no mercado de trabalho bem como aumento da renda.

“Ao promover a capacitação, o intuito da Casa Bombril é o desenvolvimento profissional e pessoal das mulheres participantes, valorizando e agregando conhecimento a uma categoria tão desvalorizada no nosso país. Para isso, além dos módulos práticos, desenvolveremos o módulo de competências básicas que estimulará o autoconhecimento, planos de desenvolvimento profissional e pessoal, incentivo a leitura e escrita e princípios de eco eficiência”, explica Luciana de Freitas Rego, Especialista em Projetos Sociais e Sustentabilidade do Instituto Roberto Sampaio Ferreira.

A Casa Bombril também abrigará um Espaço Memória, que consistirá em um espaço de resgate da história, dos produtos e da publicidade Bombril, e a divisão de Conteúdo, onde serão produzidos programas educativos para a TV, para o portal da Bombril e outros canais de divulgação.

“A Casa Bombril é uma iniciativa inovadora no contexto de investimento social privado brasileiro. Ela consegue integrar uma contribuição social diferenciada e de comprometimento de longo prazo da Bombril com a comunidade, em especial às mulheres, com um espaço de experiência de marca. Um projeto social que difunde uma causa e expressa as crenças, valores e DNA da empresa. A REPENSE auxiliou desde o planejamento até a execução deste projeto e estamos certos de nossa contribuição para que a Bombril se torne uma empresa atuante no processo de transformação social do país”, diz Margareth Goldenberg.

FONTE: TEXTO & IMAGEM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO LTDA.

Informativo Abril: Dia do Planeta Terra

Dica de Site: Caronetas

 

Pessoal, essa é a dica de um site que está prestando um serviço para os paulistas que se preocupam com o meio-ambiente, e querem coloborar com um transito menos tenso: o Caronetas.

O que é?

É uma ferramenta de caronas que facilita a vida de quem quer buscar ou dar uma carona, integrando, de forma segura, pessoas de uma mesma empresa ou de um grupo de empresas.

Como funciona?

Os colaboradores da empresa se inscrevem voluntariamente e são aprovados por seu superior e/ou pelo seu e-mail corporativo, garantindo sua segurança e individualidade. O serviço prestado pelo site é totalmente gratuito!

Acesse o Link, para maiores informações: www.caronetas.com.br

Engajamento – uma relação construída

Enquanto refletia a respeito do que faria as pessoas se engajarem, procurei pensar no que faria eu me engajar?

É fato que a nova geração nasce conectada, os estímulos são intensos e por este motivo são impacientes e mais imediatistas. É interessante que apesar das características que citei, os jovens passam horas e horas de frente a um computador, o que poderia parecer até uma grande contradição. Mas é aí que vem o equívoco… A impaciência, o imediatismo está na mente dos jovens, na sua capacidade de pensar, raciocinar, conectar idéias, buscar soluções. Acredito que a tecnologia trouxe isso à raça humana e se pensarmos bem, a nova geração trabalha de forma mais intensa seu intelecto, ele é mais rápido e menos preso a paradigmas que há anos tentamos dissolver em nossas mentes.

Compreendo que ENGAJAMENTO é a maneira como eu me relaciono com a organização que me encontro. Se eu estiver me sentido respeitado nessa relação, reconhecido e feliz, estarei engajado. Do contrário, posso não entregar todo resultado possível.

A palavra engajamento é comumente associada à paixão pela empresa. Não sei se quero me apaixonar pela empresa que possuo… Paixão passa rápido e se eu não me envolver, construir uma relação duradoura, certamente estarei partindo para outras empresas assim que a paixão voar. Quero amá-la e construir uma relação verdadeira, de crescimento e amadurecimento. Não sei se quero morrer com a empresa (“até que a morte nos separe”), mas quero uma relação madura enquanto durar.

Bem, seguindo essa analogia, o que é que as empresas precisam para engajar seus colaboradores afinal?

Pensando numa relação madura, a empresa precisa ter respeito ao colaborador e entender que ele é um ser pensante, que vibra intensamente e com conexões muito mais intensas do que a que nós aprendemos durante longos anos (pelo menos eu, dentro de minha experiência profissional).

Respeito não significa seguir um manual de boas condutas e normas. Respeito é efetivamente se abrir ao outro, ouvi-lo e querer de verdade compreender o que se passa dentro de sua cabeça. Você acha que isso realmente acontece na maior parte das organizações? Hummm… não consigo ter tanta certeza assim.

Será que os jovens são afoitos demais ou nós temos dificuldades para pontuá-los, dar-lhes limites e demonstrarmos o caminho a ser percorrido?

Uma relação madura precisa ser boa para ambos. Fico sempre com dúvida se o fato de dar limites, pontuar comportamentos e atitudes, levam o profissional a buscar novas oportunidades. Será que não é exatamente isso que eles procuram? Uma geração que cresceu rapidamente no intelecto e se perdeu um pouco dos valores familiares em função da vida louca que nossa sociedade vive hoje em dia. O que valores familiares tem a ver com empresa? Tudo, pelo menos na minha humilde opinião. Saber lidar com autoridade aprende-se em casa com pai e mãe. Saber dar valor ao que se tem, buscar planejar o futuro sem deixar de viver o presente também são aprendizados que temos dentro de casa.

Por acaso alguém, por mais problemas que possua em família, não é engajado com ela? Mesmo que com apenas uma parte dela, ou engaja-se com a família que vai criar, mas existe uma relação.

É possível a organização desenvolver essa relação sem deixar de ser produtiva. Eu acredito que sim, afinal, a família se reúne, se respeita, trabalham e convivem de maneira a crescerem e amadurecerem para a vida juntos… então porque não conseguiríamos esta proeza dentro das organizações?

Muitas outras coisas estão envolvidas na relação de engajamento, mas respeito, em minha opinião é a primeira delas. Você quer outras? Hoje em dia, as necessidades dos profissionais são diferentes, precisam ser mais autônomos, ter metas claras e atingíveis, compreender onde querem chegar e como farão para conseguir, precisam de feedback tanto de suas tarefas quanto de seu comportamento, precisam sentir que a empresa gosta deles e os reconhecem como importantes, mas cuidado para não exagerar… algumas empresa passam dos limites e transformam alguns talentos em “tiranos” que transformam a organização em refém de seus caprichos. Lembre-se “limites” são importantes e saudáveis, desde que dentro de uma relação de respeito.

Refitam sobre suas próprias vidas e percebam até onde vocês estão engajados verdadeiramente ou estão apenas “cumprindo tabela”.

 

Boa refexão a todos nós!

Cris

O que querem os jovens profissionais brasileiros?

Pesquisa revela preferências e objetivos de carreira da Geração Y no Brasil, e Nestlé aparece como a empresa mais desejada.

Como pensam os jovens profissionais brasileiros? Foi essa pergunta que conduziu a pesquisa “Millennials 2010”, desenvolvida pela consultoria MPCO e a Projeto RH sobre as preferências da Geração Y no Brasil. Segundo o levantamento, a maioria pretende trabalhar nas áreas de marketing ou financeira. E se puderem escolher a empresa, a Nestlé será o destino mais procurado, à frente da Vale e a da Petrobrás, que ocupam, respectivamente, a segunda e a terceira posição. Google, Coca-Cola, Unilever e Johnson & Johnson aparecem empatadas na quarta colocação.

Realizado junto a 1.412 estudantes de graduação e pós-graduação de todo o país, com idades entre 21 e 29 anos, o levantamento teve como objetivo identificar as preferências da nova geração e mostrar como o comportamento destes jovens irá influenciar o ambiente de trabalho das organizações.

O que estudam os jovens que participaram da pesquisa?

29% Administração 

27% Engenharia 

13% Marketing 

7% Direito 

6% Economia 

Composta por 77 perguntas, a pesquisa envolveu universidades de São Paulo (48%), Rio de Janeiro (23%), Belo Horizonte (12%), Porto Alegre (6%), Salvador (6%) e Curitiba (5%).

“A Geração Y como um todo engloba nascidos entre 1979 e 1994. Como o estudo tem foco na carreira, o levantamento foi direcionado exclusivamente aos jovens universitários ou que fazem pós-graduação em universidades de primeira linha”, afirma Marcelo Pinheiro, diretor da consultoria MPCO.

A pesquisa foi dividida em quatro partes: expectativas e motivações em relação ao trabalho; o que os jovens valorizam nos modelos de gestão das organizações e em seus líderes; o que planejam fazer profissionalmente e pessoalmente nos próximos anos; e quais as organizações que mais os atraem.

Já com relação à empresa empregadora, a nova geração busca, em primeiro lugar, oportunidades de desenvolvimento de carreira. A harmonia entre vida pessoal e profissional é a segunda característica mais buscada por esses profissionais, seguida pela oportunidade de realizar projetos e atividades desafiadoras. 

A pesquisa ainda avaliou o que a nova geração espera com relação ao comportamento de seu supervisor direto. A grande maioria quer um gestor que se preocupe com o crescimento profissional da equipe. Outras características importantes, na visão dos jovens, são o respeito e a valorização aos funcionários e o “saber ouvir”. 

“Esses resultados, como a preocupação com as oportunidades e com uma equipe de qualidade e um supervisor que seja um bom líder, provocam as organizações a repensarem seus modelos de gestão e a desenvolverem seus líderes frente a essas novas demandas da força de trabalho, de forma a manterem-se atrativas e competitivas”, afirma Pinheiro. 

Com relação às preocupações imediatas dos entrevistados, a grande maioria revelou ter interesse em investir em educação, seguido por poupar e economizar dinheiro e sustentar-se financeiramente.

 Perfil dos jovens profissionais

 5 anos e 4 meses –  É a experiência profissional média

2 anos e 2 meses – Período médio de permanência nas empresas

3,6 empregos – É a quantidade de empresas diferentes pelas quais os jovens já passaram

44 horas semanais – É o tempo que esses profissionais trabalham por semana, com exceção dos estagiários 

Fonte: Administradores.com

 

Dica de Filme: Fuga das Galinhas

 Quem diria que uma galinha poderia ser um exemplo de liderança?

O filme Fulga das Galinhas conta a historia de um galinheiro que está com os dias contados. Ao perceber que todos estão em perigo, Ginger se destaca como um bem sucedido exemplo de liderança: ela consegue resgatar a confiança de sua equipe, compartilhando sua visão, e divulgando seu sonho.

Essa destemida galinha nos convida a uma reflexão profunda: Será que existem sonhos grandes demais?

Ginger nos ensina que não. Essas são lições para toda a vida: liderança motivadora, trabalho em equipe, visão consistente…  Veja, reveja, e aproveite a aula de Ginger e sua equipe!

Confira aplicações para treinamentos em nossa pagina: Dicas de Filmes.

Nuvem de etiquetas